
A atitude da família influencia diretamente no desenvolvimento da criança com deficiência.
Quando os pais acreditam na capacidade do filho, eles abrem caminho para que ele se desenvolva, aprenda, tenha autonomia e enfrente desafios com mais segurança.
Superproteção pode limitar mais do que ajudar.
Às vezes, por medo ou por amor, alguns pais acabam fazendo tudo pela criança, impedindo que ela tente, erre, aprenda e cresça. Isso cria barreiras emocionais e comportamentais que são mais prejudiciais do que a própria deficiência.
A criança precisa de estímulo e oportunidade, não de limites impostos pelos adultos.
A deficiência já traz desafios naturais. Mas quando os pais não acreditam na capacidade do filho, esses desafios aumentam ainda mais:
- menos autonomia
- menos independência
- menos participação social
- menos confiança
A crença da família no potencial da criança é uma forma poderosa de inclusão. A falta dessa crença é uma forma de capacitismo que pode gerar mais limitações do que a própria deficiência.





